Pessoas que me prestigiam!!!

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

55 anos com Madonna - parabens!!!


Minha diva e minha inspiração nos anos 80 e 90!!!




Estimo

Tão cansada de corações quebrados
E perder neste jogo antes que eu
Comece esta dança eu vou arriscar dizer
Eu quero mais do que apenas romance.

Você é meu destino
Eu não posso deixar ir, baby você não pode ver?
Cupido, por favor, Atire sua flecha em mim.

Estimo o pensamento de sempre
Ter você aqui do meu lado
Oh, baby, eu estimo a alegria
Que você continua trazendo para a minha vida

Eu estou sempre cantando
Estimo a força
Você tem o poder de me fazer sentir bem
E, baby, eu vou perecer o pensamento de sair
Eu nunca faria

Eu nunca estava satisfeita com
Encontros casuais Eu não posso
Esconder a necessidade de dois corações
Que sangram com amor ardente
Essa é a maneira que tem que ser

Romeu e Julieta
Eles nunca se sentiram assim, eu aposto
Portanto, não subestime
Meu ponto de vista

Estimo o pensamento de sempre
Ter você aqui do meu lado
Oh, baby, eu estimo a alegria
Que você continua trazendo para a minha vida

Eu estou sempre cantando
Estimo a força
Você tem o poder de me fazer sentir bem
E, baby, eu vou perecer o pensamento de sair
Eu nunca faria

Quem? Você!
Não consigo ficar longe Eu não vou deixar você.
Quem? Você!
Eu nunca poderia esquecer você.
Estima é a palavra que uso
Para me lembrar do seu amor

Juntos
Você está dando isso para mim
Garoto, continue me dando tudo
Tudo, toda sua alegria
Dê-me fé
Eu sempre te estimarei

Romeu e Julieta
Eles nunca se sentiram assim, eu aposto
Portanto, não subestime
Meu ponto de vista

Quem? Você!
Não consigo ficar longe Eu não vou deixar você.
Quem? Você!
Eu nunca te esquecer você.
Estima é a palavra que eu uso
Para me lembrar do seu amor

Estimo o pensamento de sempre
Ter você aqui do meu lado
Oh, baby, eu estimo a alegria
Que você continua trazendo para a minha vida

Eu estou sempre cantando
Estimo a força
Você tem o poder de me fazer sentir bem
E, baby, eu vou perecer o pensamento de sair
Eu nunca faria

estimo
Dê-me fé
Dá-me alegria
Meu garoto, eu sempre te estimarei.

Dê-me fé
Me dê alegria
Meu garoto, eu sempre te estimarei.

Admiro sua força
Não pode escapar, não vou deixar você
Nem pensem nisso
Eu nunca poderia te esqueçer

Estimo o pensamento
Não pode escapar
Não pode escapar

Estimo a alegria
Não pode escapar
Não pode escapar.
Admiro sua força
Não pode escapar, não vou deixar você

Nem pensem nisso
Eu nunca te esquecer.
Estimo o pensamento
Não pode escapar
Não pode escapar

Estimo a alegria
Não pode escapar
Não pode escapar


Uma família talentosa!!!


Eu simplesmente me derreto quando os ouço! 
Já acompanho a trajetória desse pai mexicano, que após sua separação, cuida sozinho de suas filhas lindas e talentosas. Bom, eu disse eu sou suspeito de falar. Mas além de ser um "PAIZÃO", ele é músico e lindo!
A música que eu escolhi aqui, expõe todo meu romantismo em relação a tudo!






quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O FIO DA MEADA


As primeiras imagens da minha infância que me lembro, são com meus primos. Morávamos na Zona Norte de São Paulo, bairro do Lauzane. Lembro que moramos lá todo o período primário. Disse anteriormente que havia sido criado, juntamente com meu único irmão, meus primos e primas. Éramos ao todo uns cinco, mais os meninos da vizinhança. Acho que tive uma infância normal, pois me lembro das brincadeiras, das cores e dos sons... Das correrias pelas ruas, pelas vielas, pelos campos e pelo matagal que tinha na parte de cima de nossa rua... Naquele tempo não tinha asfalto, era terra batida; recordo-me que todo dia pela manhã passava uma carroça e trazia um homem que vendia leite dentro de garrafas. Se não me engano, tudo era movido à carroça naquele tempo!
Mas a imagem mais forte dentro de mim, era de uma menina, mais velha, que tomava conta da gente; não sei quem era ela, nem nunca perguntei. Só sei que ela me botava em seu colo e bolinava ou brincava com meu pintinho; que é claro, ficava durinho. Eu nem sabia o que aquilo significava, mas que eu não gostava era evidente; pois toda vez eu fazia estardalhaço, esperneando e gritando por socorro! Eu não gostava era evidente; pois toda vez eu fazia estardalhaço, gritando ou esperneando..
Isso ficou marcado durante muitos anos em minha mente. Hoje eu entendo exatamente o porquê da minha reação!

Outra lembrança que trago, é a de meu primo, um ano mais velho que eu. Brincávamos de roçar nossos pintinhos, um no outro; e gostávamos da brincadeira. Tínhamos cerca de sete ou oito anos, brincávamos sempre que tínhamos oportunidade de ficarmos sozinhos ou quando nos juntávamos aos outros primos e brincávamos de esconde-esconde. Então nós dois íamos nos esconder no matagal e lá nos abraçávamos e até nos beijávamos. É claro que era tudo na inocência, pois não sabíamos o que significava tudo aquilo. Só sabíamos que era gostoso! Nunca ninguém nos pegou, nem insinuou nada do tipo! O tempo passou, meus primos se mudaram pro interior da Bahia e eu segui minha vida. Meu irmão já não era mais criado junto comigo. Mudamos-nos para outro bairro, lá mesmo na zona norte. Eu virara o filho único, o “filhinho da mama”. Minha vida era estudar e cuidar da casa, enquanto mamãe ia trabalhar. Passava o dia sozinho, vigiado pela vizinha da casa ao lado. Ela tinha um filho também na mesma faixa de idade que a minha e nós dois ficávamos dentro de casa, ora vendo televisão, ora brincando... Não durou muito para que nossas brincadeiras tivessem um apelo mais sexual. Eu estava com 10 anos e já entendia o que aquilo significava. Sabíamos que era “errado”, pois toda vez que roçávamos nossos pênis eretos, tentávamos nos afastar com medo de que alguém pudesse chegar e fossemos pego! Tudo era muito rápido e cheio de tesão; recordo das vezes em que mostrávamos nossos pênis eretos; sentíamos prazer ao olhar um para o outro. Isso durou pouco, pois era época do “beijo, abraço e aperto de mão”! Então logo começamos a despertar interesse nas garotas com quem brincávamos. Aliás, foi aí que tive minha primeira namorada, que se chamava Sandra... era linda. Tenho foto dela até hoje! Como primeiro namoro, incentivado por todos; até por nossos pais, lembro-me de meu primeiro beijo aos 11 anos. O mais interessante desse namoro com a Sandra, é que só me lembro dos beijos. Por que será?  Mas justamente nessa fase, aconteceu uma reviravolta na minha vida! Minha mãe brigou com meu tio e ela resolveu se mudar. Fomos de mala e cuia pra casa de um parente em São Vicente/SP. 

Lá chegando, fui matriculado no Colégio e fiz novos amiguinhos. Dois foram marcantes, não pela sacanagem, mas pela companhia. Nossos vizinhos caiçaras tinham um filho mais velho, da minha idade. O apelido dele era “Índio”, pois ele tinha pele de índio e jeito de índio. Ele era meu parceiro de todas as brincadeiras: jogávamos bola, de pega-pega, de bolinha de gude e até inventávamos jogar vôlei, mas sem rede, só fazendo marcação no chão. Eu me lembro que foi ele quem despertou em mim meu lado macho pelo futebol. Outro menino dessa mesma época, morava na rua de cima. Ele era totalmente diferente: loiro, olhos azuis, fortinho e um jeito rude de ser. Não sei como viramos amigos; lembro-me da primeira vez que o vi, fiquei logo admirado por sua pele e pelos! Ele não era amigo do Índio.  Então na maioria das vezes, só nos dois brincávamos. Havia um campinho em frente de casa e disputávamos “gol a gol”; cada um chutando de um gol e havendo rebatida, podíamos sair para tentar driblar e marcar o gol. Era uma disputa ferrenha, eu nunca gostei de perder para ele, chegávamos a discussões acaloradas e até já nos agarramos, mas nada que dias depois, estivéssemos jogando bola novamente. Preciso ressaltar que nunca houve nenhuma brincadeira com conotação sexual. Não sei por que, pois vontade não faltou! Depois disso nos mudamos para Santos/SP. Mamãe foi trabalhar em uma pensão como cozinheira e nós ficamos morando nessa pensão, na Praia do Gonzaga. A dona da pensão, uma portuguesa, tinha dois filhos. O mais velho da minha idade, 12 anos, se chamava Fabinho e o mais novo com 05 anos, o Marquinhos Nem precisa dizer que logo estávamos correndo com a molecada da vizinhança, moradores dos prédios na mesma rua. Foram os melhores tempos da minha puberdade. Brincávamos na praia, nos prédios, nas casas, nas vielas, nas casas abandonadas. Lembro-me que foi com Fabinho que quebrei o cabaço. Tentei agarrar ele que relutava. Eu tava muito excitado e forcei a barra. Foi quando senti uma dorzinha na cabeça do meu pênis e vi um pouco de sangue saindo. Fiquei desesperado achando que havia provocado algo ruim no Fabio, que saiu correndo subindo as escadas. Nem sei como me recuperei depois. Não houve traumas maiores... Dessa época, vale um registro importante: havia um outro menino de 09 anos, se chamava Renato. Toda brincadeira de esconde-esconde, ele procurava sempre uma casa abandonada no final da rua; todos os meninos já sabiam que lá ele gostava de abaixar o shorts e deixava que os moleques roçassem a rola na sua “bundinha branquinha”! É claro que eu sabia o que aquilo significada, mas nunca me senti tentado a fazer o mesmo, pois eu gostava era de roçar nele, como os outros faziam!

Aos 14 anos entrei no meu primeiro emprego como “Patrulheiro Mirim”. Fui trabalhar em uma Administradora de Imóveis como office boy! Havia um cara de nome Jose Carlos, ele devia ter uns 20 anos! Era ruivo, cabelos longos, pele clara e bastante peludo. Fazia judô e karatê. Senti-me atraído de imediato! Ele começou a me assediar e eu não resisti, ou melhor, com muito medo do que estava sentindo e sem saber onde aquilo me levaria; eu relutava toda vez que ele me levava para “organizar os arquivos”, em uma sala que ficava no subsolo. Nesta sala, ele tirava seu enorme pênis, grosso que envergava como um gancho de ferro! Ele me pegava de jeito, me abraçava, roçava seu pênis no meu, nas minhas coxas, me abraçava por trás; beijava-me e eu ficava louco, ruborizado com tamanha petulância daquele homem másculo e viril! Isso deve ter durado 01 (hum) ano, se não me engano. Pois no ano seguinte ele saiu do escritório e nunca mais nos vimos. Pouco tempo depois eu comecei a namorar uma garota de olhos verdes, o nome dela era Clara, de pele morena, bronzeada. Ela trabalhava no prédio ao lado. Lembro-me que tinha sotaque do interior e morava com uma tia, que nos deixava ficar sozinhos no quarto. Lá nos abraçávamos, beijávamos e ficávamos nus, roçando nossos corpos. Nunca houve penetração, pois eu só me animava até um ponto, depois perdia a graça. Acho que no fundo eu já sabia que não era exatamente aquilo que eu gostava; mas isso é uma outra história!



Revirando o Baú

Conforme havia dito na postagem anterior, encontrei algumas fotos que marcaram minha primeira viagem à minha terra natal: Boquira/BA.

Em consideração ao meu parceiro de blog Alex Martini, segue as fotos:


O ano é de 1977 e eu tinha 16 aninhos. Minha mãe é a da ponta direita, com lenço...


Na feirinha central da cidade, hoje no local foi construído um grande Mercado Central!


Foto repetida, mas em preto e branco...